MESTRE BONSAI

Paciência é quando respiramos com o mesmo ritmo do bonsai.

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Posts Tagged ‘Akadama’

Transplante de um Carpinus betulus de 1996

Posted by mestrebonsai em Março 12, 2017

Transplante de um Carpinus betulus de 1996

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Época de Transplante de Resinosas e Frutíferas

Posted by mestrebonsai em Janeiro 24, 2017

Estamos na Época de Transplante de Resinosas e Frutíferas, Ultimas duas semanas de Janeiro e Primeira de Fevereiro.

Esta imagem pertence ao site: Nebari Bonsai https://nebaribonsai.wordpress.com/2013/01/26/freak-snow/

Esta imagem pertence ao site: Nebari Bonsai

Chegamos ao tempo frio, muito frio. É tempo de se começar a transplantar aqueles bonsai que:

– Dão flor em Fevereiro/Março/Abril e por isso fruto mais cedo. Como as Azaleas, Macieiras, Laranjeiras, etc etc

– Resinosas como Pinheiros, Juniperus, Chamaecyparis, etc.

Rápido… temos apenas até à primeira Semana de Fevereiro.

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Transplante completo. Neste caso o transplante de uma Macieira (Mal

Posted by mestrebonsai em Janeiro 21, 2017

Transplante completo. Neste caso o transplante de uma Macieira (Malus)

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Transplante de Serissa foetida para vaso Penjing

Posted by mestrebonsai em Novembro 20, 2016

Transplante de Serissa foetida para vaso Penjing com motivo de montanha a pedido da cliente.
“Assistencia ” de meu pai 🙂
Timelapse de 30min em 36seg
(Ajudem PF o portal Youtube do Mestre Bonsai a crescer, indo ao Youtube e clicando em GOSTO. Obrigado)

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Transplante Pinus pentaphyla

Posted by mestrebonsai em Novembro 3, 2016

Transplante Pinus pentaphyla
Timelapse de 45min em 25seg

(Ajudem PF o portal Youtube do Mestre Bonsai a crescer, indo ao Youtube e clicando em GOSTO. Obrigado)

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Transplante de Juniperus chinensis

Posted by mestrebonsai em Novembro 1, 2016

Transplante de Juniperus chinensis
Timelapse de 1.30h em 1,33min

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Solos, Misturas, Componentes…

Posted by mestrebonsai em Novembro 27, 2013

Ultima actualização: 28/4/2014
(Este artigo está e estará em construção)

Horizonte-SoloSolos, Misturas, Componentes.

O Solo tem como função suster as raízes, segurar a planta e alimentar; retém humidade. Deve ter uma boa aeração e drenagem.
A composição do solo e seus elementos é muito importante para a planta, seu desenvolvimento e sobrevivência.
Cada planta nasce num determinado local do planeta, onde se desenvolve geneticamente e evolui durante milhões de anos na presença de determinados componentes ao ponto de ficar dependente destes.
Aprende-se na  escola a estratificação dos solos e alguns dos seus componentes, vejamos:
o – Camada Zero. Camada superficial, orgânica, exposta aos elementos. Dependendo da sua localização e presença de vegetação pode ser escura ou variar de tonalidade dependendo da presença de detritos vegetais/animais.
A – Contituída principalmente por húmus e barros movimentados por vermes (das camadas inferiores para as superiores. É nesta camada que se fixam a grande maior parte das raízes das plantas, organismos decompositores e animais detrívoros (animais que se alimentam dos restos orgânicos).
E – Camada mineral com uma mistura muito leve de materia orgânica. É uma camada onde se acomulam minerais ferrosos e resistentes como por exwemplo o quartzo. Algumas raízes de árvores usam esta camada para retirar os minerais que necessitam para o seu desenvolvimento.
C – Camada mineral que terá sofrido poucas alterações.
R – Rocha, não mostrada na Imagem. Camada rochosa

As cores variam de localização, presença de determinados metais (entre tons vermelhos, amarelos, brancos, esverdeados ou azulados), presença de matéria organica (mais escuros), entre outros factores.

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PARA BONSAI

O solo para o bonsai deve ter uma constituição indicada à espécie. Como referido, as plantas cresceram geneticamente em determinadas localizações. O ser humano transportou-as para terras mais ou menos favoráveis ao desenvolvimento e saúde. Um caso de exemplo e mais flagrante são os Citrinos (Limoeiros, Laranjeiras, etc), habituados a solos com uma presença razoável de minerais ferrosos. Em solos deficientes neste metal começam a ter problemas de clorose entre outros problemas. Da mesma maneira precisam da presença de Magnésio que favorece essa absorção de metal ferroso, ou seja, uma constituição de solo bastante específica.
Assim, devemos estudar a espécie e descobrir as suas exigencias.

humus-maosHúmus – É constituído por matéria orgâniva vegetal e/ou animal decomposta. A decomposição é efectuada por organismos decompositores, animais, bacterias e fungos. “Artificialmente” o homem pode produzir humus minhocahúmus, inserindo em compostores determinados componentes químicos e água para acelerar o processo, a humidade e temperatura contribuem para tal.
HUMUS DE MINHOCA – (Img lado direito). É humus, terras diversas que foram decompostas e depois processadas pelas minhocas. O resultado final é uma mistura que passou pelo trato digestivo deste verme, não possui odor rico em micronutrientes (ferro, cobre, boro, zinco, molibidênio) e macronutrientes (nitrogênio, potássio, fósforo, magnésio, calcio), possui uma textura macia em razão da granulometria das partículas do solo (silte e areia). Interessante é que quando o húmus é produzido a partir de esterco, ele contém também uma serie de hormônios vegetais que fortalecem as plantações possuindo propriedades enraizantes que favorecem a subdivisão da raiz.

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akadama-graoAkadama – (Lado Esquerdo). É constituído por argila na sua maior parte. A sua origem vulcânica contribui para a presença de minerais e metais que a tornam um excelente complemento para as plantas. terra barrenta
Tem origem no Japão na Cidade de Akadama (daí o seu nome). Também utilizada pelos aquarofilistas.
Ph quase neutro (entre 6,5 e 7,2), grande quantidade de minerais diversificados e caracteristicas porosas que permitem a absorção/retenção de humidade assim como a drenagem de água em excesso.
O barro é extraído e passa por um processo de esterilização/vulcanização com ar quente a 300º C e depois é peneirado por tamanhos antes de ser embalado e vendido.
LAMA/ARGILA/BARRO – (Lado direito) São opções mais baratas. Quer se aqueça para esterilizar quer se uso naturalmente, pode ser peneirada e usada. As lamas de lagos/rios são apreciadas pelos seus componentes, porém desfazem-se facilmente na presença de água. Os barros/lamas têm a grande desfantagem de “escorrer” para o fundo do vaso e compactar a mistura, pelo que se deve peneirar, usar granulos maiores. Esterilizações de barros a temperaturas superiores ajudam a que permaneçam aglomerados mais tempo… as lamas porém perdem qualidades.

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kanuma1Kanuma – É constituída por cinzas vulcânicas ácidas que acumularam durante muito tempo. Kanuma é um solo Japonês local da cidade com o mesmo nome. “Sofre” o mesmo processo de mineração, esterilização e borracafe-carvaoseparação que a akadama. A sua acidez é uma mais valia para misturas a serem aplicadas em plantas que gostem de solos ácidos, como as azaleas ou para plantas de folha vermelha em que a acidez ajuda na concentração e fixação do pigmento natural.
Ph ácido entre os 4,5 e os 5.  A akadama favorece o aparecimento de raízes fibrosas em vez de longas e rígidas.
BORRA CAFÉ / CARVÃO VEGETAL – (Img lado direito) São soluções económicas, mas que se deve ter muito cuidado, pois, os excessos prejudicam a saúde da planta. Tanto um como o outro devem ser em quantidades pequenas, ex: 9/10 de humus para 1/10 café/carvão.
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KiryuKiryu – É um solo vulcânico extremamente drenante, uma pedra-pomes. A água não se agrega facilmente o areiaque para algumas espécies é importante. Tem um Ph ligeiramente ácido, 6,5.
Muito utilizado para bonsai de crescimento lento e  que têm de estar muito tempo no mesmo vaso sem transplante.
AREIA/AREÃO – Tem propriedades drenantes semelhantes, porém é mais pesada e é mais dificil establecer um Ph, contudo a maior parte tem Ph neutro. Pode-se usar areia para aquário (não colorida). Areia da praia (extremamente bem lavada).

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turfaTurfa – É um material de origem vegetal parcialmente decomposto. A mais conhecida em Portugal é a turfa de madeira, das árvores. Noutros locais pode ser de Sphagnum (família dos musgos) ou de uma erva da família dos juncos, etc. A sua composição é definida por substâncias húmicas (Ácido Húmico, Ácido fúlvico e Humina) e substâncias não-húmicas. Dependendo da sua origem, a sua aplicação geralmente não é directa na mistura bonsai. Costuma-se usar akadama bem moída e turfa humedecida para fazer uma pasta que se aplica na construção de Penjing (paisagens em vaso); florestas, etc. ou seja, para formar um rebordo que “segura” a terra/mistura em vasos/lajes mais rasos.

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rocha vulcanicaRocha Vulcanica – É habitual ver-se rocha vulcânica vermelha em algumas misturas universais “para bonsai”.
Factores positivos: Porosa, drenante, um ou outro mineral interessante. Contém Cobre que pode funcionar como fungicida para plantas que têm problemas constantemente.. mas…
Factores negativos: Regra não geral, contém cobre; cobre é um inibidor de crescimento de raizes, ou seja, evita que a planta se desenvolva de forma correcta. Absorção de Cobre é fatal para algumas espécies de plantas. Dificilmente as plantas conseguem obter nutrientes da rocha.

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caixa-areia-extraAreia para Gatos – Não usar. além dos muitos químicos desinfectantes e prejudiciais às plantas… a “areia” é absorvente e a função dela é essa mesmo. Basicamente tinha-mos uma competição pela absorção de água, a planta com o seu ritmo e a areia feita para uma absorção rápida. Quem acha que ganha?
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800px-Leca_pelletsLeca – Eu vou “atirar” apenas alguma informação, mas não tenho como a comprovar uma vez que não existe informação publica correcta, só a que querem mostrar:
http://www.weber.com.pt/uploads/media/Brochura__enchimentos_leves.pdf
ou
http://pt.wikipedia.org/wiki/Argila_Expandida
E os laboratórios não deixam mostrar os relatórios completos ao público.
A Leca NÃO TEM apenas “argilas” e é cancerígena, claro que não vamos andar a comer Leca mas algumas plantas que comemos podem absorver essas “propriedades” que depois nos são transmitidas. Ainda não percebi porque em alguns locais usam como 1º sistema de filtragem de água, mas espero que Nunca tenha de precisar de beber água filtrada pela Leca.
Em bonsai, cada um é livre de fazer como quiser, mas estás a colocar cinzas comprimidas e deixar a planta sobreviver em cima delas… não me parece saudável. Para além disso o que alimenta o bonsai acaba por ser a enorme quantidade de fertilizante que se terá de dar para compensar as deficiencias nutritivas.
Apesar de dar mais trabalho, até tijolo moído é melhor que a Leca, ou casca de pinheiro com grânulo pequeno… ou ainda mais natural, pedrinhas separadas por granulo provenientes de pedreiras… e porque não cascalho!?
Nota extra – repare que algumas terras comerciais continham Leca e esta desapareceu da sua constituição.

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Como utilizar

Apesar de aparecer em muitos sites a utilização de determinados componentes no seu estado puro, tal não é nada aconselhado. Como exemplos: Só húmus, a terra torna-se compacta com as regas o quer estrangula o crescimento da planta. Tem deficiencia em minerais o que influencia a saúde da mesma. Só akadama contém minerais mas pouco alimento para o desenvolvimento da planta o que volta a influenciar a saúde da planta.
Claro que se pode compensar com outros componentes… mas alguns roçam o ridículo! Bolinhas de esferovite para “arejar” o solo… fibra de côco menos mal… mas se não sabem o que fazer a tanta fibra… inventem noutro local 😉  E sim… ao akadama pode-se usar fertilizantes químicos, constantemente!

Estratificação… não obrigado. Não posso deixar de concordar quando alguns observam que serve para uma drenagem mais eficaz… mas se é necessário ser assim é porque algo já está a falhar logo de início. Talvez os buracos de drenagem sejam pequenos!? Talvez se esteja a carregar/compactar a mistura em demasia!? Talvez a granulação seja demasiado pequena!? Talvez, talvez…

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Então… o que é correcto?


O correcto é:
1. Quais as especificações/caracteristicas de solo para a espécie/planta?
2. O que se pretende obter do bonsai/planta? (Mais ou menos raizes; maior ou menos folha…)
3. Equilíbrio.
4. Mistura homogénea. Assim todas as raízes têm acesso por igual aos mesmo componentes. A absorção é mais eficaz e equilibrada.
5. Em que clima vai viver a planta. Se fôr por exemplo um clima ventoso e quente a água desaparece rapidamente e uma mistura que retenha água por mais tempo é essencial. Se fôr um clima humido/chuvoso a mistura deve ser mais drenante.

Exemplos:
Se nas características da planta… ela cresce num local barrento com pouca presença de húmus, o mais provável é a utilização de mais akadama/barro do que húmus. E se for terra ácida, provavelmente metade da quantidade de akadama ou mais poderia ser kanuma.
Se a planta é de um local tropical, muito rico em material vegetal em decomposição, mas nos extratos inferiores existe barro, a mistura deve ser mais rica em húmus e em quantidade igual o inferior de akadama.

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Como sei o Ph da terra?

Fácil. Existem kits de teste no mercado, principalmente para se verificar o Ph da água das piscinas. De experiência, ainda não encontrei um único dispositivo eletrónico que valesse a pena e fosse rigoroso. Os líquidos são mais eficientes e faceis de utilizar.
É importante colocar uma porção da terra num frasco com água a cobrir a terra. Mexer muito bem e deixar estabilizar (15 a 30min costuma ser sufuiciente). Mexe-se bem novamente e coloca-se uma pequena porção no recipiente de teste. Cooloca-se as gotas de teste e verifica-se a côr correspondente. É uma leitura “bruta” mas muito aproximada.
Ter em atenção que algumas terras mudam as propriedades quando estão dentro de água, kanuma é um exemplo bom. Triturar bem os grão com a água e deixar estabilizar durante 4 a 8 horas. Depois testar.

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NÃO LER:  🙂 Já que estás a ler… Todo este artigo está em construção/actualização com a finalidade de ser bastante completo. Pergunta/sugere algo que aches que deve estar aqui. Obrigado.

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